domingo, julho 01, 2012
Um Sete Zero
quarta-feira, junho 27, 2012
Um Meia Nove
Voz Um meia oito
quarta-feira, junho 20, 2012
Um meia sete!
A flor nasceu. Na minha vida nasceu a flor. A flor branca, clara, Edelweiss dos trópicos!
Ah, Papai do Céu!!! Algumas vezes vc me irrita! Esse zumbido irritante do medo no meu ouvido cansou! Não quero mais!
Outro tempo começou pra mim agora! E nada de deixar nem a rua nem a vida me levar! EU me levo! Se sou senhora da minha mente, da minha vida e dos meus sonhos, nada me detém! Quer brigar comigo? Lutei muito tempo contra meus instintos! Agora? Agora sou mais eu! Agora eu tenho a flor!
Calma? Calma eu estou! A flor nasceu! E ela é forte, suave e brilha!
Sim! Ela brilha! Como sempre brilhou mas nunca ninguém havia percebido!
Deixa a flor guiar seus passos! Deixa ela te iluminar!
Deixa a flor ser você!
Só você Nina Rosa!
terça-feira, junho 19, 2012
Um meia meia...
segunda-feira, junho 18, 2012
Meu... 165ª
Com algum conselho...
Que hoje eu passei batom vermelho!
Eu tenho tido a alegria como dom!
Em cada canto vejo um lado bom!"
:)
Os Dramalhões - 164ª
163ª - Alguma Voz
quarta-feira, março 07, 2012
162ª Voz - Fábula

Um dia te faço uma fábula de amor
Doce, terna, piegas como todo amor sempre há de ser.
Como toda fábula, terá um toque mágico. Talvez uma Porta que nos leve a um mundo novo de Imaginação. Lá encontrarás roseiras, princesas, dragões e outras luas.
A minha fábula terá nós dois e o final será um "para sempre", pois tudo que é feliz deseja-se
A nossa fábula se passará em um quintal. Nele não se extinguirão as horas nem as palavras.
Um dia te faço uma fábula. E quanto tu acordares verás que a realidade é ainda melhor que o
Te amo!
sexta-feira, agosto 26, 2011
161ª Voz - Cansada...
Estou cansada do cansaço de nada sentir
terça-feira, abril 12, 2011
161ª Voz - Ouço o silêncio

terça-feira, março 29, 2011
160ª Voz - Para Dona Neusa

"De todo o amor que eu tenho
terça-feira, março 15, 2011
159ª Voz - Amar ao próximo como a si mesmo!

Lei moral máxima e tão difícil de seguir...
quinta-feira, março 03, 2011
158ª Voz - Carnaval
sábado, dezembro 04, 2010
157ª Voz - Acho que sou louca

e eu recomeço a escrever pela terceira vez para falar de minha saudade...
saudade que começou mesmo antes de as coisas acontecerem...
saudade que eu já sentia ao acordar de manhã e ouvir minha mãe fazendo o café, o barulho do chinelo de minha avó, da grade se abrindo para a entrada de minha tia Eumar, da chave balançando com a vinda de tia Zaide...
saudade que já existia quando guardei em minha mente o cheiro de frango assando no fogão dia de domingo... a cor do sol, diferente de tudo, misturado à música de abertura do programa disney, ao barulho de carros de fórmula 1 misturado a shampoo Johnsons... os cachinhos feitos com pente flamengo no meu cabelo escorrido... e ser colocada no sol pra secar esses mesmos cachinhos...
Saudade que guardei de passear na calçada de casa, de bater o pé na porta de uma garagem no caminho da escola só pra escutar o barulho do eco... do misto comido com papai e mamãe após o ensaio do recital de piano... da bola jogada no quintal de casa... da tartaruga inteligente que reconhecia minha voz, dos coelhos que tínhamos que pegar pra por pra dormir em uma caixa pra não serem comidos por gato enquanto dormíamos...
Fora as outras saudades que tinham sido escritas, mas que por algum erro do blog viraram simplesmente lembranças... esquecidas em algum lugar da minha mente., esperando apenas um breve lampejo de memória pra ser reanimado...
Quando esse lampejo vier, escrevo...
Ainda acho que sou louca...
sábado, novembro 20, 2010
quarta-feira, setembro 15, 2010
155ª Voz - Velhidades
domingo, agosto 15, 2010
154ª Voz - Fevereiro

por ora errante, gigante a me encontrar
Eu pequenina, alma menina, inocente
doce encanto, de um anjo a repousar
Veio distinto, qual brinquedo de menino
nunca já visto, visto quando tanto em vão
Pulsando letras, vagalumes, corações
sangue nas veias, tirou véus de ilusões
Menino lindo, como veio, fica então!
Te peço urgente, tão carente desse olhar...
Em minha mente qual barulho de um canhão,
Teu sim reflete o amor a começar.
- Anna Emíllia Meira Soares - 15 de agosto de 2010
quarta-feira, maio 26, 2010
153ª Voz - Escrever

Escrevo apenas, sem saber por quê!
Embora siga cantando entre tempestades,
Embora continue andando sobre as pedras...
Às vezes busco em vão por cantigas novas,
Como quem busca pérolas, tesouros, novidades.
Embora siga falando em vão sobre sentimentos
E diga palavras que não penetrarão ninguém,
Não canso de ser assim, por isso sigo!
Cantando as novidades em forma de tesouros,
Pérolas de mim.
Em pérolas de outrora, embora pardas,
Sem o brilho vão da inocência,
Oculto vozes, oculto sons,
Oculto desejos, sonhos,
Canções...
Escritas sob o pendor de um estandarte invisível!
Qual será?
A verdade é que me lanço às palavras
E elas se enlaçam a mim!
E ao tentar desvencilhar-me
Escrevo palavras soltas, largadas ao vento,
Como quem fala de amor a uma criança
Que embora não saiba o que lhe guarda a vida
Sabe brincar com o destino.
Apenas escrevo!
Preciso saber o porquê?
Anna Emíllia Meira Soares – 26 de maio de 2010
152ª Voz - Parte de mim

Num cantinho escondido de todos
Guardo uma menina assustada
Que nunca se cansa de se encantar com tudo.
Essa menina que vê o verde como único
E o céu como luz,
Se esconde pra que ninguém encontre o seu cantinho,
Porque o mundo não permite o encantamento.
O mundo destrói, mata, corrompe...
O mundo não é pra essa menina...
Para manter sua inocência,
Ao mundo revelo uma outra menina,
Disfarçada sob os recalques de uma mulher madura.
Uma mulher-menina triste, só, séria...
Uma menina-mulher com um olhar perdido e sentimentos ocultos,
Ocultados dentro do mesmo cantinho onde se esconde a menina assustada.
E em seu cantinho a menina espera por alguém a quem se entregou...
Aquele alguém que a põe no colo e lhe conta uma história de sentimentos puros...
Aquele alguém que sabe guardar segredos,
Se espantar com coisas simples...
Nesse cantinho oculto de minha alma
Guardo uma menina assustada
Que nunca se cansa de se encantar com tudo.
A parte de mim que sabe te amar...
Anna Emíllia Meira Soares – 24 de maio de 2010





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